ORGANIZAÇÃO

A Pastoral da Juventude, a partir do seu 5º Encontro, definiu que sua organização tem a seguinte forma de atuar.

AMPLIADA NACIONAL DA PASTORAL DA JUVENTUDE

     Que acontece a cada dois anos logo após o Encontro Nacional, podendo ser convocadas uma extraordinária, conforme a necessidade. Essa reunião tem a participação de delegados diocesanos escolhidos pelas organizações regionais. É a instância onde se dá as deliberações, escolhas das diretrizes para a ação e caminhada. É nela que também se reflete a representação nas coordenações nacionais da PJ e da PJB, além de apontar rumos para a escolha de assessores e secretaria.

     Não se constitui como assembléia, pois tem uma estrutura mais ágil. Porém é a instância maior de consulta e deliberação da Pastoral da Juventude Nacional. É nela que também se reflete a representação nas coordenações nacionais da PJ e da PJB, além de apontar rumos para a escolha de assessores e secretaria. Sua coordenação é de responsabilidade da coordenação dos jovens da PJ juntamente com seus assessores. Confira abaixo uma síntese das Ampliadas Nacionais:

     Ampliada Nacional de São Luis do Maranhão. Aconteceu em janeiro de 2001, no regional Nordeste V. Na época ainda chamávamos de “Reunião Ampliada Nacional”. Hoje o termo “Reunião” foi suprimido.

    Ampliada Nacional de Vitória. Foi realizada em janeiro de 2004, no Espírito Santo no Regional Leste II. Essa Ampliada que foi considerada revolucionária, pois foi o grande grito de liberdade da PJ Nacional diante do conjunto da PJB. Na época vivíamos as discussões em vista da 14ª ANPJB e para nós PJ já era claro que não dava mais para insistir em se organizar a partir do conjunto das PJ´s , já que a nossa visão conflitava permanentemente com as outras PJ´s. Assim a Ampliada de Vila Velha tomou algumas definições por onde se daria a sua caminhada.

    Ampliada de Salgado. Aconteceu no Estado de Sergipe no regional nordeste IV. Foi nela que se firmaram as deliberações da secretaria e assessoria nacional e a construção do Plano Trienal.

    Ampliada de Palmas. Já em processo de preparação a Ampliada de Palmas vai acontece em 2008, nela se propõe a retomar as questões da organização nacional e a projeção da caminha da PJ para os próximos cinco anos e fazer os encaminhamentos da 9º Encontro Nacional.

ENCONTRO NACIONAL DA PASTORAL DA JUVENTUDE NACIONAL

    A Pastoral da Juventude Nacional realiza seus Encontros Nacionais a cada três anos, com representação de jovens de todas as dioceses em que houver trabalho articulado de pastoral da Juventude. Esse é um espaço para troca de experiências, reflexão da caminhada e apontamentos de pistas para a ação.

    Sua preparação e animação são de responsabilidade da coordenação nacional de jovens e assessores. Cada encontro aponta três cidades para acolher o encontro e a cidade que for escolhida terá que garantir uma infra-estrutura que possibilite o mesmo1.

    Os três primeiros Encontros Nacionais foram espaços fundamentais de pertença a esta pastoral, pois eles ajudaram a refletir e a materializar o rosto (identidade), percebendo a missão de evangelizadores de jovens protagonistas de sua história. Confira abaixo uma breve síntese de cada encontro.

    1º Encontro Nacional – Pontalina – Goiás, janeiro de 1994, Esteve presente neste encontro nove regionais da CNBB. Como ponto de pauta esta o conhecimento mutuo, o olhar para os grupos de jovens destes regionais, para perceber “quem somos”, “qual a nossa cara”, “nossa IDENTIDADE”. Definiu-se que “não somos uma PJ específica. Somos jovens trabalhadores, estudantes, do meio urbano, do meio rural, desempregados” .

    2º Encontro Nacional – Goiânia, julho de 1994. O encontro centrou-se no resgate da história e situou a discussão em torno da especificidade na PJ do Brasil. Refletiu-se sobre Identidade e Missão da PJ e foi definido que: “SOMOS A ARTICULAÇÃO DE DIVERSAS ESPERIÊNCIAS DE PJ (PJC, PJ, PJD)”.

    3º Encontro Nacional – Campo Grande – MS, março de 1995. O terceiro Encontro Nacional foi o último da trilogia, “Quem Somos”. Entre outras motivações soava forte o grito pela definição da sigla, ou seja, a que melhor refletiria a identidade. Conclui-se que: PJ é o nome que melhor identifica esta articulação de experiências, respeitando a caminhada que se faz nas dioceses e regionais do Brasil. E ainda ressaltou: “É ao lado das PJ´s (PJE, PJR, PJMP) que queremos construir um novo tempo para a PJ do Brasil, onde a missão nos une como discípulos de Jesus Cristo no serviço aos jovens, sobretudo os jovens empobrecidos e excluídos”.

    4º Encontro Nacional – Divinópolis – MG, julho de 1996. Reuniu 90 pessoas de todos os regionais e teve como objetivo “repensar a articulação da PJ buscando saídas para uma organização flexível, que respeite a diversidade sendo integradora e humanizadora”. Foi o encontro “das parteiras e parteiros”, como se intitularam. A partir das discussões da trilogia dos primeiros três encontros, foi elaborado um texto oficial sobre Identidade e Missão e organização:

    5º Encontro Nacional – Salvador – BA, janeiro de 1998. PJ teve um caráter mais de massa, aconteceu em janeiro de 1998, em Salvador – BA. Todos lembram daquele jornal “Conhecer-se para ser mais!”, que foi direcionado para as coordenações diocesanas, onde apresentava as grandes discussões sobre a juventude na pós-modernidade, e, mais uma vez, a identidade da PJ e a Missão, e Organização. O 5º ENPJ também foi o encontro das bandeiras, Educação e Espiritualidade, e definiu-se que a periodicidade dos Encontros Nacional seria de três em três anos e continuaria com este caráter de massa, sendo também deliberativo.

    6º Encontro Nacional – Cuiabá – MT, janeiro de 2000. Foi momento de perceber como a PJ estava espalhada pelo Brasil. Através do Lema: Somos Jovens! Anunciamos um novo milênio de esperança, mostra-se o trabalho com a partilha do Plano Trienal da PJB e fez-se uma missão jovem pelos vários cantos da cidade. Definiu-se, também, que o próximo encontro teria um caráter apenas de troca de experiência e que entre os encontros nacionais se faria uma Reunião Ampliada onde esta, teria um caráter deliberativo. Reunião Ampliada seria o espaço dos regionais discutirem e deliberarem as questões referentes a pastoral. Elaborou-se também uma carta aos jovens do Brasil, fruto dessa experiência missionária.

     7º Encontro Nacional, Ananindeua, PA, janeiro de 2003. A PJ armou sua tenda no Pará para refletir: “A Igreja se fez Jovem”. Foi um momento de olhar a realidade da juventude, a missão, o Plano Trienal da PJB e a organização. É importante ressaltar que este foi o primeiro Encontro Nacional que teve o caráter exclusivamente de partilha.

    8º Encontro Nacional, Campinas – SP, janeiro de 2006. Foi um espaço privilegiado de animação, reflexão e celebração da caminhada, troca de experiências e estudo entre os/as jovens das dioceses e regionais de todo o Brasil. Teve como objetivo Celebrar os 27 anos de Puebla, considerando a realidade da juventude e reafirmação da mística para que a juventude tenha vida e a tenha em abundância.

   9º Encontro Nacional, Natal – RN, janeiro de 2009.

 10° Em Maringa. PR

COORDENAÇÃO NACIONAL DE PASTORAL DA JUVENTUDE – CN PJ

    Será composta por um representante de cada regional organizado conforme a CNBB, composta por 17 regionais. Terá o mandato de dois anos a três, e se reunirá duas vezes ao ano, no intervalo das reuniões da CNPJB. Seus representantes deveram estar na faixa etária de 17 a 29 anos de idade.

     A comissão de jovens tem como papel: ser articuladora, animadora, elo de ligação da PJ e regionais. É ela que pensa e encaminha as decisões, da secretaria, da Ampliada Nacional, os Encontros Nacionais, a questão financeira, Os encaminhamento das ações conjunta da PJB e do Setor Juventude. Delibera questões gerais de comunicação e encontros. É ela também que prepara e encaminha os Encontros Nacionais. Pensa as questões relativas às juventudes; promover discussões relativas à Organização, elementos pastorais, etc.

    Na coordenação é escolhida a Equipe Executiva: é composta por um representante de três representantes. Esta equipe tem como função: garantir a representatividade da PJ na CNPJB. Preparar com antecedência as reuniões da CNPJ. É a equipe de referencia para consultas rápidas e encaminhamento junto aos demais coordenadores/as e assessoria.

COMISSÃO NACIONAL DE ASSESSORES

     Os assessores que acompanham a comissão nacional de jovens são cinco e são escolhidos entre os próprios jovens e procurará sempre que possível respeitar e garantir a presença de uma pessoa de cada bloco do país. Os regionais que pertencem a este bloco referenda os escolhidos que são mudados ou confirmados novamente a cada dois anos. Sendo sua composição realizada através de uma Equipe colegiada, não havendo a “figura” do Assessor Nacional.

    O papel destes será de animar a comissão de jovens a cumprirem sua função de assessorar a coordenação nacional e a equipe executiva, prestando um serviço de acompanhamento pessoal e metodológico que possibilite aos jovens desempenharem sua função. É formuladora de idéias – promover discussões relativas à organização, elementos pastorais, etc.

    São responsáveis pelo acompanhamento dos demais assessores regionais e que devem oferecer espaços de formação para assessores e as coordenações jovens. Sendo elo, proporcionando a troca de experiências entre os regionais e promover a articulação dos demais regionais.

    Cabe também a equipe de assessoria: a reflexão, produção de subsídios, o acompanhamento à formação de assessores e sua articulação, bem como o estabelecimento de relações com grupos eclesiais e organizações sociais. É este grupo que escolhe quem fará parte da Comissão Nacional de Assessores/as da Pastoral da Juventude do Brasil, a CNAPJB.

SECRETARIA NACIONAL DE PASTORAL DA JUVENTUDE

     A secretaria terá uma estrutura com sede própria, com uma liberação e um/a auxiliar para facilitar o serviço comunicação com as coordenações, assessores, dioceses, regionais e parcerias.

     Para a Secretaria Nacional a escolha se dará respeitando os seguintes critérios: Idade: 17 a 25 anos. Ser escolhida na instância máxima de deliberação, bem com o tempo de mandato. Disponibilidade de tempo integral. Estar atento a todos os itens relacionados a finanças. Ter disponibilidade de moradia na cidade em que está situada a secretaria. Indicação de nomes dentro dos prazos estabelecidos pela coordenação e assessoria. Ter uma breve apresentação, com uma carta do bispo que acompanha.

     Os nomes serão definidos seguindo os passos de apresentação dos nomes para a Comissão Episcopal para o Laicato, divulgação dos/as candidatos/as nas listas e regionais e depois eleição final na reunião da coordenação ou Ampliada Nacional.

     Em seu papel esta as seguintes funções: Elaborar relatórios; Encaminhar documentos; Manter arquivo organizado; Encaminhar infra-estrutura das reuniões nacionais; Administrar os bens e recursos financeiros da secretaria; Estar presente nos eventos nacionais e nas reuniões da CN; Ser responsável pela comunicação da PJ Nacional;

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Projetos da PJ

São cinco os projetos que a PJ assume visando colaborar na transformação da realidade.

A Juventude quer viver

O Projeto nasceu da Campanha “A Juventude quer viver”, da casa da Juventude de Goiânia e foi ampliada, em nível nacional, e assumida pela organização da Pastoral da Juventude como um projeto. Essa campanha tem como tarefa posicionar-se publicamente sobre alguns temas que afetam diretamente a vida da juventude, utilizando todos os recursos visuais e pedagógicos (panfletos, cartazes, textos, debates), de modo a mobilizar a juventude para refletir, manifestar a sua opinião e posicionar-se criticamente frente aos temas propostos. O Projeto “A JUVENTUDE QUER VIVER”, traz luz para responder, com coragem ao desfio das realidades sofridas pelos/as jovens tais como: genocídio, violência, prostituição, drogas e etc. Queremos mobilizar os/as jovens para uma busca de alternativas que gerem vida. Por esses motivos é tarefa fundamental da Pastoral da Juventude oferecer subsídios para ajudar nas reflexões das temáticas que envolvem a defesa da vida da juventude. Preparando jovens para acompanhar, propor e participar dos espaços de definição de políticas públicas de juventude e controle social. É necessário a integração da Pastoral da Juventude em redes de defesa das questões da vida da juventude junto aos/as candidatos/as a cargo público e aos eleitos/as. A busca de alternativa de vida para a sustentabilidade e o protagonismo juvenil que envolve desde a viabilidade econômica mas também as vivências culturais, o lazer e a saúde.

AJURI: Conhecendo a diversidade da juventude indígena, ribeirinha, rural e quilombola.

É preciso conhecer a realidade indígena, a realidade dos ribeirinhos, rurais e quilombolas e outras realidades juvenis, seu modo de viver e ver o mundo para ampliar nossas reflexões e ações. Isso exige uma convivência para que possamos ter a possibilidade de construir uma pedagogia que respeite estas realidades. A identidade cultural destas populações chamadas “tradicionais” enriquecerá a todos nós, pois fazemos parte da história desses povos. O projeto tem como objetivo despertar na caminhada da Pastoral da Juventude maior conhecimento da diversidade juvenil, fortalecendo e revitalizando a resistência e identidade cultural dos/as jovens envolvidos/as no projeto, para desenvolver uma campanha em favor destas populações para quebrar como o preconceito mostrando a história desses povos. O projeto “AJURI” quer ser uma proposta que contribua na afirmação da identidade cultural e social dos/as jovens indígenas, quilombolas, ribeirinhos e rurais, e a construção de uma pedagogia que respeite estas realidades. É urgente o conhecimento e a valorização da imensa diversidade do bioma brasileiro: a Amazônia, a Caatinga, o Cerrado, o Pantanal, os Pampas. A diversidade e a pluralidade juvenil é outro aspecto a ser garantido com o projeto Ajuri, para aproximação, diálogo e troca com os/as jovens dos povos e comunidades tradicionais: Indígenas, ribeirinhos, quilombolas, ciganos, comunidades de terreiros, pescadores artesanais, caiçaras, pomeranos, faxinalenses, pantaneiros, quebradeiras de coco, caboclos, mestiços, agro-estrativistas, seringueiros, fundos de pastos, para a preservação e reconhecimento de sua cultura, língua, costumes e combates às práticas exploratórias.

Mística da Construção

Este projeto tem como finalidade capacitar lideranças e grupos para acompanhar com subsídios, planejamento e assessoria; fortalecer as coordenações paroquiais, diocesanas e regionais; incentivar a continuidade e a criação de escolas de bíblia, liturgia e de retiros; ter o Ofício Divino da Juventude como instrumento de trabalho nas dioceses e grupos; estabelecer parceria com as pastorais: Catequética, Familiar e Vocacional para um trabalho mais integrado. Há, por parte dos jovens, grande interesse para as questões relacionadas à bíblia, à liturgia, à oração, as Ofício Divino da Juventude e das Comunidades, e ao Método de Leitura Orante e, também, muita procura das atividades oferecidas pelos regionais e pela Rede Brasileira dos Centros e Institutos de Juventude. Através do Projeto “MÍSTICA DA CONSTRUÇÃO” lançamos um olhar sobre a quantidade de jovens que buscam algo para participar. Em especial aos/às jovens da crisma e àqueles/as que manifestam o desejo de aprofundar vivência de sua fé. A produção de subsídios que possibilitam aos/as jovens e a assessoria a vivência de processos em quaisquer grupos que se encontram: crisma, Pastoral da Juventude e outros. Que a juventude seja missionária de outros jovens através da aproximação, do encontro com outros jovens e com a realidade que permita ver o diferente e o leve a uma mudança de vida e transformação das situações de injustiça como lugar da vida comunitária. Caminho de Esperança Formação de Líderes e Assessores/as Este projeto busca estar em relação à metodologia, para que haja respeito a diversidade cultural e às realidades juvenis, buscando inovar com recursos atualizados e possíveis e com propostas atrativas para os/as jovens e assessores/as.

No projeto “CAMINHO DE ESPERANÇA”,

 propomos respostas à ausência de assessores/as e lideranças que contribuam para um planejamento que concretize e acompanhe a vivência de um processo de educação na fé. Será uma tarefa constante a contrução de propostas de formação e partir das domensões da formação integral, intensificando o estudo sobre o planejamento e acompanhamento dos/as jovens. Neste sentido é necessário fortalecer as parcerias com a Rede de Centros e Institutos sobre Juventude para um trabalho de reflexão e elaboração das propostas de formação existentes.

 Teias da Comunicação

Este projeto tem como proposta criar uma rede de produção e difusão de idéias e informações, entre as diversas instâncias, sendo um canal democrático e criativo para fortalecer a caminhada da Pastoral da Juventude na sua relação com a sociedade, entidades e pessoas (ligadas ou não à PJ) de acordo com o objetivo geral da Pastoral da Juventude, tendo em vista um novo homem e uma nova mulher. O funcionamento, com todo seu potencial, do Projeto “TEIAS DA COMUNICAÇÃO”, possibilitará responder aos desafios da falta de articulação e informação, de sentido que pertença a uma proposta pastoral, e ao isolamento gerado pelas distâncias geográficas. É necessário ampliar as formas de divulgar as atividades e idéias da Pastoral da Juventude nos diversos meios de comunicação social, intensificando o marketing pastoral como forma de democratizar o acesso dos jovens e redes de comunicação em âmbito local, estadual e nacional através da comunicação alternativa: jornais, murais, grupos de teatro, programas alternativos de rádio, dinamizando e criando dados com facilidade de acesso para grupos de jovens, livros, subsídios, textos, dinâmicas, e tudo o que for produzido e catalogado.

Atividades Permanentes da PJ 2010

  As Atividades Permanentes são parte da ação evangelizadora do conjunto das PJ´s.

Possuem caráter ecumênico e missionário e pretendem ser parte de processos de mobilização e nucleação de grupos juvenis nos diversos espaços eclesiais, escolares e populares.

As Atividades Permanentes dialogam sempre com o tema da Campanha da Fraternidade, privilegiando a ligação orgânica da ação das Pastorais da Juventude com o caminho das reflexões da Igreja no Brasil e aprofundando o tema a partir da perspectiva juvenil.

Em 2010, as Pastorais da Juventude propõe que as Atividades Permanentes desdobrem o desafiante tema da CF, Economia e Vida; dialoguem com a Campanha Nacional contra a violência e o extermínio de Jovens e também com o jubileu de 25 anos da celebração do Dia Nacional da Juventude.

Abaixo, confira os temas e lemas das Atividades Permanentes 2010.

Semana da Cidadania
Eixo temático: Trabalho
Tema: Trabalho para a vida e não para a morte
Lema: Juventude: suando e sonhando, em marcha contra a violência
Referencial teológico: “Venham trabalhar na minha vinha, dilatar meu Reino entre as nações” (Mateus, 20)

A Semana da Cidadania propõe o tema do trabalho, tão presente no mundo juvenil. A partir do tema da CF, a SdC inspira os grupos a refletirem o trabalho como modo de construção de sua identidade e produção de sentidos para a vida. Ao mesmo tempo problematizar a mercantilizaçã o da pessoa e de sua força criadora no sistema econômico vigente, provocando-nos a pensar em novas formas solidárias de trabalho.

Semana do Estudante
Eixo temático: Cultura
Tema: Cultura: nossa terra, nossa história e nossos sonhos
Lema: Juventude, muitas caras, muitas cores em marcha contra a violência
Referencial Teológico: “Na comunidade, partilhavam tudo entre si” (Atos dos Apóstolos, 2)

A Semana do Estudante traz um tema também muito próximo da realidade juvenil. Aprofundar o tema da cultura vai possibilitar aos grupos juvenis refletir o espaço comunitário, a beleza e o respeito à diversidade, o valor das culturas locais e do diferente. Enfim, a resistência e a memória, nossa terra, nossa história, nossos sonhos. A SdE continua dialogando com a CF e com a Campanha contra o Extermínio de jovens, por uma cultura da vida.

Dia Nacional da Juventude
Eixo temático: Jubileu 25 anos
Tema: DNJ 25 anos: Celebrando a memória e transformando a história
Lema: Juventude: muita reza, muita luta, muita festa, em marcha contra a violência
Referencial Teológico: “Abra a mão em favor do seu irmão, do seu pobre, na terra onde você está” (Deuteronômio 15)

O Dia Nacional da Juventude 2010 será tempo de dar graças pelos 25 anos, fazendo memória do tempo passado e projetando passos e sonhos para o futuro! Jubileu é tempo de revisar as dívidas, de dar a liberdade! O DNJ nos convida a refletir quais dívidas sociais o Brasil tem com a juventude? Vamos saná-las para um tempo de liberdade e vida?Jubileu também é tempo de organizar a “casa”. O que está acontecendo com a nossa “casa” (sociedade)? Que “casa” nós queremos para os próximos 25 anos? Muitas proposições que vamos poder aprofundar no DNJ.

As três Atividades Permanentes compõem um processo. Os temas propostos querem ajudar os grupos jovens a viver esse caminho refletindo as dívidas sociais com a juventude, o chão que pisamos, suas marcas e cores para celebrar, sonhar e participar da construção de um tempo de justiça, tempo de Reino.

As Atividades deste ano querem também fortalecer a Campanha contra a violência e o extermínio de jovens, convidando a juventude para ir em marcha por outro mundo possível.

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